Procedimentos

Abdominoplastia

A harmonia do contorno corporal depende fundamentalmente da região abdominal e da cintura. Infelizmente, para alguns pacientes uma dieta saudável e exercícios regulares podem não ser suficientes para eliminar os acúmulos de gordura e flacidez de pele adquiridos nestes locais ao longo dos anos. No caso das mulheres, pode haver ainda fraqueza muscular na região devido a flacidez e/ou gravidez prévia. A combinação destas alterações anatômicas pode resultar num contorno abdominal abaulado e desproporcional em relação ao resto do corpo, afetando a auto-estima e gerando insatisfação.
Em alguns casos, a flacidez de pele é tão significativa que um procedimento menos invasivo como a lipoaspiração (indicada quando há gordura localizada sem flacidez de pele associada) não atingiria um bom resultado estético.

A abdominoplastia ou cirurgia plástica do abdome pode ajudar estes pacientes, já que a reconstrução da anatomia local é capaz de produzir um abdome com aparência mais agradável, apresentando uma parede abdominal mais reta e firme. Convém lembrar que a cirurgia de abdome não constitui um “atalho” para a perda de peso e não deve ser empregada em pacientes com obesidade generalizada.
Durante a consulta avaliamos a existência de flacidez de pele, a quantidade e localização dos acúmulos de gordura, a integridade da musculatura subjacente e presença ou não de hérnias para, então, indicar o melhor procedimento, considerando, inclusive, a localização de cicatrizes. O procedimento pode variar desde a lipoaspiração exclusiva (se houver bom tônus muscular, boa elasticidade da pele e gordura localizada em pequena-moderada quantidade) até a abdominoplastia, esses dois procedimentos podem ser associados visando otimizar o resultado final.

Se você planeja ficar grávida ou perder uma grande quantidade de peso antes da cirurgia, discuta isso conosco, já que esses fatores podem alterar o planejamento da cirurgia.

A abdominoplastia é normalmente realizada através de uma incisão transversa logo acima dos pelos pubianos. O tamanho da incisão varia e depende da quantidade de pele a ser removida, normalmente continua até próximo dos quadris, curvando-se levemente para cima. Procuramos sempre posicionar a incisão de forma que a cicatriz resultante fique escondida pelas roupas íntimas e biquínis.

Através desta incisão, corrigimos a frouxidão da musculatura da parede abdominal e removemos os excessos de pele e gordura da parte inferior do abdome. A combinação destas técnicas oferece um abdome plano e pode afinar a cintura. Em pacientes com grandes excessos de pele, uma segunda incisão deve ser realizada ao redor do umbigo, que voltará à sua posição normal no final da cirurgia. Os excessos de pele na metade superior do abdome são separados dos tecidos profundos para que a pele possa ser deslocada inferiormente antes de ser removida.As estrias, muito comuns nestes pacientes na região abaixo do umbigo, são normalmente removidas junto com os excessos de pele. Infelizmente, estrias localizadas no andar superior do abdome (acima do umbigo) não podem ser eliminadas usando esta técnica.

A cirurgia plástica do abdome não deve ser considerada como um tratamento de emagrecimento, apesar de nos casos de grandes obesos que perderam peso as ressecções de tecidos serem, às vezes, de grandes proporções. Pessoas demasiadamente obesas obtêm resultado pouco satisfatório com a cirurgia. Nesses casos, a indicação cirúrgica poderá ser feita apenas por razões funcionais e higiênicas. Consideramos que o importante nessas cirurgias não é o que se retira, mas sim a manutenção das proporções do corpo e da harmonia como um todo após estas ressecções. Sendo uma cirurgia que retira determinada quantidade de pele e gordura, evidentemente haverá uma redução no peso corporal, que varia de acordo com o volume do abdome de cada paciente. Não são, entretanto, os "quilos" retirados que definirão o resultado estético, mas sim as proporções que o abdome mantenha com o restante do tronco e os membros. Paradoxalmente, os abdomes que apresentam melhores resultados estéticos são justamente aqueles em que se fazem as menores retiradas. A cirurgia também corrige algum grau de flacidez muscular da parede abdominal que possa acompanhar os excessos de tecidos. Assim, podemos reposicionar os músculos retos do abdome que estejam afastados após uma gravidez, distensões abdominais prolongadas ou mesmo por incompetência muscular.

Como também se trata de cirurgia de contorno, a abdominoplastia muitas vezes é acompanhada de lipoaspiração de flancos (porção lateral do abdome), dorso ou outras áreas de necessidade para a harmonia desse segmento corporal.

 

A cirurgia

A abdominoplastia é realizada sob anestesia peridural com sedação, podendo ser geral a critério da equipe cirúrgico-anestésica. Normalmente dura em torno de três a quatro horas. Lembre-se que o tempo total de permanência no bloco cirúrgico é maior que o tempo real da cirurgia, pois o preparo e a recuperação pós-operatória contribuem para esse aumento. O (a) paciente deverá permanecer internado (a) na clínica ou hospital por um ou dois dias, ou por períodos diferentes, de acordo com a avaliação médica de cada caso.

Lembramos que nenhum procedimento cirúrgico é isento de riscos. Eles são, de uma maneira geral, previsíveis e controláveis. Somente realizamos cirurgias estéticas em clientes saudáveis e que passaram por uma criteriosa avaliação clínico-cardiológica.

Após incisarmos o abdome inferior, descolamos todo o tecido superficial até a transição com o tórax. Cauterizamos os pequenos vasos sangrantes deste trajeto e, após a ressecção dos excessos de tecidos que foram planejados para serem removidos, tratamos a flacidez muscular (se presente), reposicionamos os tecidos abdominais com posterior reinserção do umbigo, que ficará, geralmente, na mesma altura do original. São dados pontos de diversos tipos (internos e externos) que serão retirados conforme programação no pós-operatório. Às vezes são colocados drenos que serão removidos em 24 a 48 horas de pós-operatório, de acordo com a avaliação médica.

Ao final da cirurgia, instalamos drenos de aspiração visando reduzir o risco de complicações, como hematomas e seromas, na tentativa de proporcionar um pós-operatório tranqüilo e sem intercorrências.
São feitos curativos locais e vestimos um modelador elástico no (a) paciente. O modelador será usado nos primeiros 30 dias, ou de acordo com a recomendação específica para cada caso.
A abdominoplastia pode ser substituída por uma miniabdominoplastia quando há excessos de pele e gordura somente na região abaixo do umbigo. Embora as duas técnicas sejam relativamente semelhantes em relação aos princípios de tratamento, as cicatrizes resultantes são normalmente menores após a segunda, devido à remoção mais econômica de tecido.
As cicatrizes

As cicatrizes podem ser de tamanhos variados, de acordo com a quantidade e localização do excesso de tecidos a serem removidos. Elas se caracterizam por uma linha arqueada, sendo baixa na região pubiana e elevando-se em direção lateral. Com esse formato, ela é planejada para ficar escondida sob os trajes íntimos ou de banho. Em determinadas situações em que não há distensibilidade suficiente dos tecidos para alcançar a região pubiana, haverá a necessidade da complementação da cicatriz arqueada com um pequeno traço vertical mediano, deixando o aspecto final de um "T" invertido.
Cada situação é particular e não depende do cirurgião, mas sim das condições anatômicas de cada abdome. Pode estar certo de que serão posicionadas as menores cicatrizes necessárias a um bom resultado estético.
Com a necessidade de reposicionamento do umbigo, uma pequena cicatriz é colocada ao redor do mesmo, mas de forma a escondê-la na depressão umbilical tanto quanto possível. Isso normalmente não é necessário nas mini-abdominoplastias.

Até o 30º dia, o corte apresenta bom aspecto, podendo ocorrer discreta reação aos pontos. Do 30º dia ao 12º mês, poderá haver um espessamento natural da cicatriz com mudança na sua tonalidade, podendo passar do vermelho ao marrom, para em seguida começar a clarear. É o período que mais preocupa os (as) pacientes, todavia sendo temporário e variando de pessoa para pessoa. A partir daí, a cicatriz tende a ficar cada vez mais clara e menos espessa, atingindo seu aspecto definitivo. Portanto, qualquer avaliação definitiva de uma cirurgia desse tipo deverá ser feita após um período de 18 meses. Na dúvida, converse com seu cirurgião.

Menos frequentemente, pode ocorrer de as cicatrizes sofrerem um alargamento ou tornarem-se grossas, altas e duras, formando quelóides. Esses estão relacionados à qualidade da pele ou à genética do (a) paciente e não ao modo como foi realizada a cirurgia. Se ocorrerem, seu médico lhe dará toda a orientação e tratamento adequado, indicando, quando pertinente, uma cirurgia oportuna para o retoque.
Cicatrizes infraumbilicais pré-existentes (cesariana ou de apêndice) são, na maioria das vezes, ressecadas durante a cirurgia. As que se localizam acima do umbigo, assim como estrias nessa localização, permanecerão. Na verdade, são deslocadas para baixo.

Nos grandes obesos que perderam muito peso ou que foram submetidos a cirurgias de emagrecimento, pode-se ter que particularizar os planos cirúrgicos com mudanças nos traçados cicatriciais. Tudo será esclarecido quando houver essas indicações.

 

Pós-operatório

Normalmente, essa cirurgia não apresenta um pós-operatório doloroso. Mesmo assim, se apresentar algum grau aumentado de sensibilidade dolorosa, o uso de analgésicos comuns resolvem bem e serão recomendados em sua prescrição de pós-operatório.

É melhor que você esclareça suas dúvidas com quem o (a) operou ao invés de pedir orientações a amigos que não conhecem detalhadamente o seu caso, ou outros profissionais médicos que não praticam essa cirurgia.

Pacientes submetidos à abdominoplastia devem permanecer em repouso absoluto por cerca de 7 dias, evitando (retificar) o corpo neste período. Após a primeira semana, recomendamos repouso relativo por mais 3 semanas. O retorno às atividades físicas costuma ser permitido após cerca de 45 dias.

A utilização de uma cinta por 3 meses é recomendada para maximizar a aderência dos tecidos e acelerar a reabsorção do inchaço. O resultado final pode ser apreciado somente com a acomodação total dos tecidos, que ocorre tipicamente após 3 a 6 meses.

Os pontos são removidos após aproximadamente 7 a 30 dias. Finalmente, recomendaremos o tratamento das cicatrizes durante os primeiros 6 meses, visando evitar cicatrizes escurecidas, hipertróficas e quelóides.
Ao julgar o resultado, tenha em mente que, o inchaço não desaparece em menos de 3 a 6 meses. Portanto, espere esse tempo para conferir seu novo contorno corporal.

A abdominoplastia associada ou não a lipoaspiração não é cirurgia para o resto da vida. A qualidade dos resultados sofre alterações contínuas ao longo dos anos. Alguns fatores como idade, variação do peso corporal, qualidade e textura da pele, influências hormonais e gravidez interferem de forma incisiva no abdome, independentemente de ter ou não sido operado. Mesmo assim, dificilmente, perde-se os resultados desta cirurgia. Quando pertinente, nova cirurgia poderá ser indicada quando, com o passar do tempo, essas alterações se apresentarem, alterando o formato e/ou volume do abdome. Essa não é, entretanto, um retoque da primeira. É um novo procedimento que poderá ser indicado para tratar os efeitos do tempo e demais fatores sobre abdome

 

Considerações importantes

O código de normas e condutas do cirurgião plástico da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica proíbe a exibição de fotos de pré e pós-operatório, mesmo que haja autorização do paciente. Proíbe ainda o uso de fotos de partes do corpo. A divulgação de preços e condições de pagamento em meios de comunicação, como jornal e TV, é vedada.

Após as explicações supracitadas, esclarecemos que em cirurgia plástica não há promessa de resultados, por uma questão de ética.

Sua cirurgia será realizada segundo técnicas cirúrgicas consagradas e publicadas cientificamente. Nossa equipe fará o possível para garantir a qualidade do serviço e seu bem estar, porém frisamos que não prometeremos resultados, uma vez que a própria medicina não é uma ciência exata e dependeremos da sua reação orgânica pós-cirúrgica para o alcance de nossos objetivos.

É comum que suas expectativas em relação à cirurgia plástica sejam maiores que os resultados obtidos, mas lembre-se que as alterações em seu corpo tornam limitadas as possibilidades da cirurgia e que ela é realizada por cirurgiões que também possuem limitações humanas.

 

Abaixo, algumas ilustrações para melhor entendimento:

 

Blefaroplastia

A aparência dos olhos é importante nas relações interpessoais. A partir da terceira década de vida, alterações marcantes ocorrem nesta região, podendo levar a uma aparência mais envelhecida e cansada, além da possível interferência sobre a visão. A pele das pálpebras torna-se mais flácida e fina, fazendo com que a estrutura óssea subjacente fique mais evidente e a gordura contida nas bolsas palpebrais tende a se projetar para fora. Estes fatores resultam num desequilíbrio entre os olhos e o contorno dos tecidos da face.

A cirurgia das pálpebras, ou blefaroplastia, é um procedimento capaz de corrigir estes sinais, visando suavizar a transição entre os olhos e a estrutura óssea adjacente. O procedimento é realizado na grande maioria das vezes com anestesia local, através de incisões localizadas nas linhas naturais das pálpebras superiores e logo abaixo dos cílios nas pálpebras inferiores. Após incisar a pele, separamos a pele da musculatura e gordura subjacentes, retiramos os excessos de gordura das bolsas palpebrais e removemos as áreas de músculo e pele flácidos. As incisões são suturadas com fios finos e delicados. A região operada apresenta um perfil de cicatrização muito favorável e, as cicatrizes tendem a se tornar imperceptíveis após alguns meses.

Alguns pacientes possuem bolsas de gordura abaixo das pálpebras inferiores, sem flacidez de pele. Neste caso podemos indicar a blefaroplastia transconjuntival, onde a incisão e a remoção de gordura das bolsas é realizada através de uma incisão por dentro da pálpebra inferior, sem deixar cicatrizes externas.

Com o passar dos anos, a aparência de envelhecimento da região pode ser acentuada pela queda do canto lateral dos olhos, com exposição da conjuntiva (área branca dos olhos) abaixo da íris (parte colorida dos olhos). Nestes pacientes podemos realizar a cantopexia, um procedimento que reposiciona o canto lateral através de um ponto de fixação nos ossos ao redor do olho, restaurando a anatomia local e melhorando o contorno estético.

Uma das maiores novidades em termos de técnica cirúrgica para esta região é a possibilidade de tratar os músculos responsáveis pelas rugas profundas de expressão que frequentemente aparecem entre as sombrancelhas. Esta hiperatividade muscular pode gerar uma aparência de seriedade excessiva e cansaço, que são as queixas mais comuns destes pacientes. Atualmente, os músculos desta região podem ser atenuados através da mesma incisão utilizada na blefaroplastia superior, sem cicatrizes adicionais.

Convém lembrar que a blefaroplastia não é capaz de remover os Â?pés de galinhaÂ?, rugas profundas, áreas escuras em volta dos olhos, e sobrancelhas caídas. O procedimento pode ser realizado sozinho (somente nas pálpebras superiores, inferiores, ou ambas) ou associado a outras cirurgias

Pacientes submetidos à blefaroplastia devem manter repouso absoluto por 5 dias, mantendo a cabeça sempre elevada por 7 dias e evitando esforços físicos por aproximadamente 3 semanas. Nos primeiros dias, pode haver lacrimejamento, desconforto nos olhos, uma sensação de leve queimação e embaçamento visual. Estes sintomas são normais e podem ser atenuados com a utilização de colírios apropriados.

As lentes de contato são permitidas após 10 dias e podem parecer desconfortáveis inicialmente. A proteção em relação aos raios solares, através de chapéus e óculos, deve ser especialmente frequente durante as primeiras 2 semanas.

O inchaço é normal após esta cirurgia, tende a ser máximo no terceiro dia e ocorre devido à grande quantidade de vasos sanguíneos presentes na face. Inclusive, manchas roxas chamadas equimoses podem aparecer ao redor dos olhos pelo mesmo motivo. Visando suavizar estes sinais, recomendamos a aplicação sistemática de compressas geladas na face e nos olhos durante os primeiros 7 dias. As equimoses tendem a desaparecer após 1-3 semanas e a maioria do inchaço é reabsorvido após 2-3 semanas. Os pontos podem ser removidos após 3-5 dias.

Finalmente, procure não analisar o resultado da sua cirurgia precocemente. Lembre-se que o inchaço distorce as estruturas anatômicas e nada tem a ver com o contorno final dos seus olhos! Na maioria dos pacientes submetidos a esta cirurgia, isto só é apreciável após 3 meses.

 

Abaixo, algumas ilustrações para melhor entendimento:

 

Braquioplastia

O contorno dos braços tem sido cada vez mais valorizado pelas novas tendências da moda e pela popularização dos esportes ao ar livre. Assim como as pernas, a aparência desta região é importante em países onde o clima estimula a exposição freqüente do corpo. Com o passar dos anos, o envelhecimento natural dos tecidos e as variações de peso podem produzir depósitos de gordura e /ou flacidez de pele concentrados nas faces lateral e posterior dos braços. O resultado é um aumento da circunferência do membro com perda da definição muscular, prejudicando o contorno estético.

O tratamento cirúrgico desta região evoluiu bastante nos últimos anos, principalmente após a inclusão da lipoaspiração como opção em casos selecionados. Atualmente é possível rejuvenescer os braços com excelentes resultados utilizando as várias técnicas disponíveis, oferecendo significativa melhora do contorno com cicatrizes cada vez menores.

Braquioplastia é a cirurgia recomendada para o tratamento do excesso de pele nos braços, com ou sem acúmulo de gordura. A flacidez cutânea dessa região ocorre decorrente da perda significativa de peso (após dieta ou cirurgia de redução de estômago), variação constante de peso (efeito sanfona) e envelhecimento. O cirurgião e o paciente devem estar em boa sintonia, já que o resultado final está diretamente relacionado ao tipo de procedimento proposto e ao tamanho das cicatrizes que o paciente está disposto a ter. Assim, o tratamento dos braços pode ser realizado com três diferentes abordagens, cada uma delas com suas indicações, suas cicatrizes e seus resultados.

 

A cirurgia

A escolha da técnica cirúrgica para o rejuvenescimento dos braços depende fundamentalmente do tipo de alteração presente em cada caso. Em pacientes com aumento da circunferência devido exclusivamente ao acúmulo de gordura, a lipoaspiração tem oferecido resultados excepcionais graças à intensa capacidade de retração da pele nesta região. Na verdade, poucos locais do corpo possuem uma pele com características tão favoráveis a este tipo de tratamento. Mesmo após a retirada de grandes quantidades de gordura, verificamos que a pele remanescente é capaz de delinear a musculatura subjacente com ótima definição do contorno local.

A popularização da lipoaspiração nesta área do corpo beneficiou principalmente os pacientes com flacidez moderada da pele. Nestes casos, o tratamento pode ser realizado em duas etapas. O emprego da lipoaspiração na primeira etapa visa reduzir os depósitos de gordura e estimular a retração da pele, diminuindo a flacidez. Após alguns meses, a flacidez de pele pode ser corrigida através de técnicas que utilizam incisões reduzidas ao longo do sulco da axila ou mesmo no sulco da face interna do braço. A vantagem desta abordagem tem sido a redução do tamanho das cicatrizes, com maior conforto aos pacientes.

Em pacientes portadores de flacidez de pele significativa, a utilização da lipoaspiração tenderá a acentuar o problema, pois esta pele já não possui capacidade de retração. Este tipo de alteração pode ocorrer devido a grandes variações de peso, como em pacientes obesos submetidos a cirurgias redutoras do estômago. Os melhores resultados em termos de contorno nestes pacientes podem ser obtidos empregando o lifting braquial, que consiste da retirada dos excessos de pele através de uma incisão localizada ao longo do sulco da face interna do braço. Assim como no lifting crural, esta cirurgia deve ser indicada com extremo cuidado pois as cicatrizes resultantes nem sempre compensam a melhora obtida em termos de contorno. A ocorrência de cicatrizes alargadas é relativamente comum e decorre do intenso movimento ocasionado pela contração dos músculos durante a execução das tarefas do dia-a-dia. Porém, uma cirurgia bem executada pode trazer muita satisfação a pacientes cuidadosamente selecionados e bem informados sobre o procedimento.

 

Cicatrizes

De acordo com a proposta cirúrgica temos: Na lipoaspiração, teremos apenas uma cicatriz na axila de 0,5 cm e outra na prega do cotovelo. No lifting de braço, tem-se uma cicatriz transversa ao braço localizada na axila visível apenas com os braços erguidos e disfarçada sob uma blusa ou camisa de manga curta. Já na braquioplastia convencional, uma cicatriz longitudinal (da axila ao cotovelo), localizada na face interna do braço torna-se mais visível quando comparada às outras técnicas.

As cicatrizes são permanentes e vão se modificando com o decorrer do tempo. Cada paciente comporta-se diferentemente de outro, em relação à evolução das cicatrizes, podendo mesmo, em alguns casos, tornarem-se imperceptíveis e em outros podem ter tendência a cicatrizes hipertróficas ou quelóide.

 

Pós-operatório

Após uma cirurgia de braquioplastia, o paciente pode ter aumento transitório de sensibilidade nas áreas onde foi realizada a cirurgia, porém a dor costuma não ser intensa e pode ser controlada com analgésicos simples. Repouso, evitar movimentos amplos com os braços e uso de roupas confortáveis auxiliam na diminuição da dor.

Durante as quatro primeiras semanas, o paciente deverá evitar elevar os braços além da altura dos ombros, porém as mãos e antebraços podem movimentar de maneira normal. Recomenda-se usar a malha por quatro semanas, roupas confortáveis e abertas na frente e evitar a exposição solar. A exposição solar pode marcar permanentemente a cicatriz recente (vermelha) e deverá ser evitada por completo no início, sendo liberado gradualmente e com proteção adequada de acordo com o clareamento (amadurecimento) da cicatriz. Ao longo do primeiro mês, o paciente deverá voltar a realizar as atividades diárias, como dirigir (com cerca de 20 dias), caminhar etc. Exercícios gerais poderão ser liberados após 40 dias e exercícios localizados em braços após 60 dias. As braquioplastias geralmente não apresentam dor intensa e na sua ocorrência poderá ser controlada com analgésicos simples. Em geral, não são usados pontos externos (apenas pontos absorvíveis internos) não sendo necessária sua retirada. Eventualmente pontos externos podem ser usados e poderão ser retirados em torno do oitavo dia, de maneira seletiva.

Assim como na lipoaspiração, cintas apropriadas devem ser usadas durante as primeiras 4-6 semanas, visando acelerar a reabsorção do inchaço e a obtenção do resultado final.

 

Considerações importantes

Nas primeiras semanas, a região dos braços permanece inchada e com manchas rochas que desaparecem gradativamente. As cicatrizes inicialmente avermelhadas tornam-se esbranquiçadas e finas. Consideramos definitivo o resultado após resolução do edema e a cicatrização que ocorre de seis meses a um ano.

O código de normas e condutas do cirurgião plástico da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica proíbe a exibição de fotos de pré e pós-operatório, mesmo que haja autorização do paciente. Proíbe ainda o uso de fotos de partes do corpo. A divulgação de preços e condições de pagamento em meios de comunicação, como jornal e TV, é vedada.

Após as explicações supracitadas, esclarecemos que em cirurgia plástica não há promessa de resultados, por uma questão de ética.

Sua cirurgia será realizada segundo técnicas cirúrgicas consagradas e publicadas cientificamente. Nossa equipe fará o possível para garantir a qualidade do serviço e seu bem estar, porém frisamos que não prometeremos resultados, uma vez que a própria medicina não é uma ciência exata e dependeremos da sua reação orgânica pós-cirúrgica para o alcance de nossos objetivos.

É comum que suas expectativas em relação à cirurgia plástica sejam maiores que os resultados obtidos, mas lembre-se que as alterações em seu corpo tornam limitadas as possibilidades da cirurgia e que ela é realizada por cirurgiões que também possuem limitações humanas.

 

Abaixo, algumas ilustrações para melhor entendimento:

 

Cirurgia de coxas

O contorno da face interna das coxas é importante em países onde o clima permite a exposição freqüente do corpo e das pernas. Infelizmente, o processo natural do envelhecimento e as grandes variações de peso, influenciados pela ação de hormônios, podem gerar depósitos de gordura localizada na face interna das coxas. Além disso, pode haver flacidez de pele no local. Estas alterações podem resultar em assaduras e principalmente desconforto estético, influenciando os hábitos de lazer realizados ao ar livre. Felizmente, a cirurgia plástica pode ser capaz de melhorar o contorno desta região.

Para cada caso, conforme o tipo de alteração presente na face interna das coxas, existe uma determinada técnica cirúrgica a ser escolhida. Em pacientes com gordura localizada e sem flacidez de pele, a lipoaspiração pode ser suficiente para harmonizar o contorno local. No entanto, quando a flacidez de pele é significativa, pode ser necessário realizar o lifting crural (coxas) para que os resultados sejam melhores. Nesses casos, a utilização exclusiva da lipoaspiração tenderá a acentuar a flacidez, sendo assim não indicada. O lifting crural é realizado através de incisões cujos tamanhos variam e que se localizam exatamente na prega inguinocrural (sulco da virilha). É natural que a extensão das cicatrizes seja diretamente proporcional ao grau de flacidez presente. De qualquer forma, essa cirurgia deve ser indicada com extremo cuidado, já que as cicatrizes resultantes nem sempre compensam a melhora obtida em termos de contorno. Riscos cirúrgicos Os riscos cirúrgicos da dermolipectomia crural (coxas) são mínimos e raramente trazem sérias complicações, desde que realizada dentro de critérios técnicos. Para isso, é necessário preparar cada paciente para a cirurgia, além de ponderar sobre a conveniência de associação dessa cirurgia simultaneamente a outras.

 

A cirurgia
A cirurgia da face interna das coxas deve ser adequada às alterações presentes em cada caso. Em pacientes com gordura localizada e sem flacidez de pele, a lipoaspiração pode ser suficiente para harmonizar o contorno local. Quando há flacidez de pele significativa, pode ser necessário realizar o lifting crural para maximizar os resultados. Nestes casos, a utilização exclusiva da lipoaspiração tenderá a acentuar a flacidez, sendo portanto contra-indicada.

O lifting crural é realizado através de incisões de tamanho variável localizadas exatamente no sulco da virilha. Após determinar e remover os excessos de pele da face interna das coxas, o cirurgião deve executar o fechamento da incisão com extremo cuidado para evitar o alargamento da cicatriz durante o pós-operatório e distorções da região genital. Naturalmente, a extensão das cicatrizes é diretamente proporcional ao grau de flacidez presente. De qualquer forma, esta cirurgia deve ser indicada com extremo cuidado, pois as cicatrizes resultantes nem sempre compensam a melhora obtida em termos de contorno. Apesar disso, o número de pacientes satisfeitos após esta cirurgia tem aumentado significativamente ao longo dos anos.

O tempo do ato cirúrgico ocorre em uma média de 3-4 horas. Caso seja necessário este período poderá ser prolongado. No entanto, o tempo de ato cirúrgico não deve ser confundido com o tempo de permanência do paciente no ambiente de Centro Cirúrgico. Esta permanência envolve também o período de preparação anestésica e recuperação pós-operatória

 

Pós-operatório

Considerando-se evolução normal, o tempo de internação médio de um dia. Evolução pós-operatória: O paciente deve evitar se exceder nos movimentos, sobretudo em abrir muito as pernas, já que a cicatriz se encontra próximo à virilha e será forçada nesses casos. A tração natural exercida na cicatriz pelo andar e pela gravidade pode levar a cicatriz a apresentar um alargamento nos primeiros meses. Quanto menor for a tração sobre a cicatriz, menor será o seu alargamento. Eis algumas recomendações no pós-operatório: Pacientes submetidos ao lifting crural devem permanecer em repouso absoluto por 5-7 dias, evitando afastar as pernas em demasia. A higiene local deve ser extremamente cuidadosa durante este período para evitar infecções nas incisões. As caminhadas devem ser restritas ao máximo durante o primeiro mês para permitir a cicatrização dos tecidos sem alargamento das cicatrizes.

Assim como na lipoaspiração, recomendamos a utilização de cintas apropriadas durante as primeiras 4-6 semanas, visando acelerar a reabsorção do inchaço e a obtenção do resultado final. Quando necessário, os pontos costumam ser removidos após 14-21 dias. Finalmente, as atividades físicas com intenso trabalho de pernas podem ser retomadas após cerca de 2 meses.

 

Considerações importantes

O código de normas e condutas do cirurgião plástico da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica proíbe a exibição de fotos de pré e pós-operatório, mesmo que haja autorização do paciente. Proíbe ainda o uso de fotos de partes do corpo. A divulgação de preços e condições de pagamento em meios de comunicação, como jornal e TV, é vedada.

Após as explicações supracitadas, esclarecemos que em cirurgia plástica não há promessa de resultados, por uma questão de ética.

Sua cirurgia será realizada segundo técnicas cirúrgicas consagradas e publicadas cientificamente. Nossa equipe fará o possível para garantir a qualidade do serviço e seu bem estar, porém frisamos que não prometeremos resultados, uma vez que a própria medicina não é uma ciência exata e dependeremos da sua reação orgânica pós-cirúrgica para o alcance de nossos objetivos.

É comum que suas expectativas em relação à cirurgia plástica sejam maiores que os resultados obtidos, mas lembre-se que as alterações em seu corpo tornam limitadas as possibilidades da cirurgia e que ela é realizada por cirurgiões que também possuem limitações humanas.

 

Abaixo, algumas ilustrações para melhor entendimento:

Cirurgia de face

A cirurgia da face, ou ritidoplastia, tornou-se um dos procedimentos mais populares da especialidade graças ao surgimento de técnicas novas e a grande melhora na qualidade dos resultados. O objetivo desta cirurgia é atenuar os efeitos do tempo, gravidade, exposição solar e stress do cotidiano sobre a face, que resultam no aparecimento dos sinais de envelhecimento. Estas alterações ocorrem de maneira lenta e progressiva, incluindo todos os componentes da estrutura facial. Com a idade, o crânio fica menor, parte da gordura é absorvida, os músculos ficam mais flácidos e a pele perde elasticidade. É como se o envelope ficasse maior do que o conteúdo. Consequentemente, vários sinais característicos como acentuação das rugas na testa, queda das sobrancelhas, excessos de pele e rugas ao redor dos olhos, queda das bochechas, acentuação do sulco entre o nariz e a boca e um excesso de pele embaixo do pescoço podem aparecer. Muitos pacientes perguntam se existe uma idade apropriada para realizar a cirurgia de face. A melhor resposta é quando os sinais de envelhecimento ficam evidentes mesmo após o repouso e com a aplicação de maquiagem. Em geral, os melhores candidatos para esta cirurgia são pessoas com sinais iniciais de flacidez na face e pescoço, elasticidade da pele relativamente preservada e uma estrutura óssea forte e bem definida. A maioria dos pacientes estão entre os 40 e 60 anos, embora esta cirurgia possa ser realizada com ótimos resultados em idosos. A ritidoplastia pode fazer com que você pareça mais jovem e pode melhorar a sua auto-estima. Porém, a cirurgia não é capaz de modificar totalmente a sua aparência nem devolver a saúde e vitalidade da juventude. Portanto, pense cuidadosamente sobre as suas expectativas antes da cirurgia e discuta-as conosco.

Na consulta inicial o paciente mostra, na frente do espelho, os problemas que deseja melhorar, analisando com o cirurgião as possibilidades e particularidades de cada caso. Os resultados não são os mesmos para as diversas formas de face, textura e flacidez de pele. Quanto mais idoso for o paciente, menor será a duração dos efeitos da cirurgia. O mesmo ocorre com os de pele seca e quebradiça. Ao contrário, aqueles mais jovens, com pele espessa e gordurosa, obtêm melhores resultados e efeitos mais duradouros.

 

A cirurgia

Apesar de ser impossível prever a duração dos resultados, os efeitos da cirurgia são duráveis e você continuará a ter uma aparência melhor do que se nunca tivesse sido operada. Muitos consideram que uma cirurgia bem executada propicia uma aparência rejuvenescida que corresponde à aparência de 5-10 anos atrás. Finalmente, fatores como a genética, idade, raça, doenças, nutrição e o estilo de vida contribuem para a manutenção do resultado a longo prazo. A ritidoplastia pode melhorar os sinais mais visíveis do envelhecimento através da remoção de gordura excessiva, reposicionamento da musculatura subjacente e retirada dos excessos de pele da face e do pescoço. Uma cirurgia bem executada tem como princípio reposicionar os tecidos na sua posição original, evitando uma aparência “esticada” e artificial. As várias técnicas existentes, repletas de detalhes individuais, são geralmente executadas através de incisões que se iniciam na região das têmporas, descem ao longo das rugas naturais em frente à orelha e continuam por trás da orelha até o couro cabeludo. Em casos de grande flacidez no pescoço, uma pequena incisão pode ser necessária logo abaixo do queixo para tratar a musculatura subjacente. A extensão das cicatrizes é bastante variável e depende do grau de flacidez presente. A tendência moderna em cirurgia plástica tem sido a redução das cicatrizes quando possível, desde que esta técnica não comprometa o resultado final. Portanto, em pacientes com sinais leves de envelhecimento, a técnica conhecida como “minilifting”, em que não há cicatrizes atrás das orelhas, pode ser indicada. Independente da técnica empregada, as cicatrizes devem ser discretas e praticamente imperceptíveis.

Após as fotografias pré-operatórias e o preparo dos cabelos, a cirurgia se inicia sob anestesia local com sedação ou geral, dependendo da indicação do anestesista ou da preferência do cirurgião. As incisões (futuras cicatrizes) são postas de forma a camuflar ao máximo sua aparência e, assim, contornam as orelhas, sobem em direção ao couro cabeludo e, posteriormente, penetram na região pilosa de forma horizontal ou descendente. Como todas as cicatrizes, elas passarão por uma evolução natural até sua completa maturação (por volta de 12 a 18 meses), mudando do róseo ao tom semelhante ao da pele. Mas é bom lembrar que elas são permanentes e definitivas. separamos a pele e gordura da camada de músculos subjacentes. O tratamento desta camada muscular é realizado reposicionando os tecidos na sua posição original e removendo os excessos. A camada de gordura pode ser delicadamente refinada, principalmente no pescoço, visando realçar o contorno ósseo e os ângulos da face. Finalmente, a pele deve ser acomodada sem tensão excessiva por cima da nova arquitetura facial. No final da cirurgia, um dreno é normalmente colocado de cada lado da face, visando reduzir o risco de acúmulos de líquido durante a recuperação. O tratamento da região da testa evoluiu significativamente nos últimos anos com o desenvolvimento de novas técnicas capazes de atenuar as rugas e elevar as sombrancelhas. Atualmente, resultados excelentes têm sido obtidos utilizando incisões reduzidas e principalmente aparelhos de videoendoscopia. Inclusive, estes aparelhos permitem executar o rejuvenescimento da testa através de 3-5 incisões de apenas 1,5 cm localizadas estrategicamente dentro dos cabelos. Finalmente, a associação de procedimentos complementares como laser, dermoabrasão, aplicação de toxina botulínica e “peeling” podem oferecer refinamentos altamente satisfatórios ao resultado final.
É uma cirurgia de passos delicados e, assim, não deve perder qualidade em função da pressa. Deve-se sempre considerar um tempo maior de permanência no centro cirúrgico (cerca de duas horas) em função do período que antecede a cirurgia para a preparação do campo operatório e anestesia, bem como do período de recuperação pós-anestésica. A internação hospitalar é recomendada por 24 horas ou de acordo com cada caso em particular. O paciente sai da sala de operações com um curativo tipo capacete, que é mantido por 24 horas, quando é feita a primeira troca por outro mais fino, o qual permanece por mais dois ou três dias. Esse curativo deixa os olhos, nariz e boca descobertos.

 

Pós-operatório

O paciente submetido a “plásticade face”receberá alta hospitalar com todas as recomendações necessárias a uma boa recuperação. Devem manter repouso absoluto por 7 dias, mantendo a cabeça sempre elevada por 14 dias e evitando esforços físicos por aproximadamente 4 semanas. Nos primeiros dias, pode haver lacrimejamento, desconforto nos olhos, uma sensação de leve queimação e embaçamento visual. Estes sintomas são normais e podem ser atenuados com a utilização de colírios apropriados.

O inchaço é normal após esta cirurgia, tende a ser máximo no terceiro dia e ocorre devido à grande quantidade de vasos sanguíneos presentes na face. Inclusive, manchas roxas chamadas equimoses podem aparecer ao redor dos olhos pelo mesmo motivo. Orientamos não trocar ou manipular os curativos, mesmo que haja um pequeno sangramento (que é normal e não deve ser motivo de preocupação. Todas as trocas de curativos deverão ser feitas pelo ciurrgiãoou orientadas por ele; os retornos para a retirada de pontos e avaliação pós-operatória são feitos semanalmente e devem ser seguidos para uma completa recuperação e avaliação dos resultados.

A sensação de olhos secos pode acontecer quando se associa à cirurgia das pálpebras. Geralmente, recomendamos o uso de colírios e pomadas oftálmicas. Caso essa sensação esteja muito incômoda, comunique o seu médico.

Após cerca de um mês você poderá retornar a suas atividades físicas habituais como ginástica, natação etc;

Recomendaremos a realização de drenagem linfática com início no quinto dia de pós-operatório;

Não recomendamos o uso de cremes hidratantes até a retirada total dos pontos, sendo que os esfoliantes e despigmentantes somente serão permitidos após nossa avaliação . É comum o paciente observar assimetrias e pequenas irregularidades na face que são absolutamente normais, pois a metade direita da face é diferente da esquerda, inclusive na maneira de reagir à cirurgia. Assim, de um lado poderá haver mais edema que o outro ou um lado absorver mais rapidamente o edema que o outro. A sensibilidade da face também é diferente nessa fase. É comum o relato da sensação de que a pele parece papel. Também pequenas nodulações podem ser percebidas ao acariciar a pele da face. Elas correspondem a pontos de cicatrização e deverão desaparecer lentamente. Isto tudo vai retornando ao normal com o passar do tempo, pois o organismo precisa esquecer que foi agredido e isso leva algum tempo, não comprometendo o seu resultado.

Lembre-se que nenhum resultado cirúrgico deve ser avaliado antes dos seis meses da intervenção, considerando a redução do inchaço. O nosso organismo trabalha dentro de uma forma ordenada e um tempo certo. Temos que controlar nossas ansiedades e aguardar a evolução natural, pois aqui não podemos interferir para mudar o curso do processo cicatricial.

 

Considerações importantes

As intercorrências são situações que surgem no período pós-operatório e não interferem no resultado. São exemplos: equimoses (manchas roxas na pele), edema (inchaço), pequenos hematomas que podem drenar espontaneamente ou necessitar drenagem cirúrgica, deiscência de pontos (abertura do corte), etc. Outras intercorrências indesejáveis e mais complexas, que felizmente são raras: infecção, grande deiscência de pontos, necrose parcial ou total da pele da face, grandes hematomas que precisam ser drenados e as intercorrências pertinentes a qualquer procedimento cirúrgico. Nessas eventualidades, é fundamental manter a calma e conversar com seu médico, que cuidará atentamente do seu caso. O paciente não deve transmitir a existência dessas intercorrências a seus amigos e familiares. Eles poderão deixá-lo inseguro, nada podendo fazer efetivamente para ajudar. Isso gera angústia, dúvidas e insegurança. Continuar confiando no seu médico ainda é o melhor caminho.

 

Evolução em longo prazo

A ritidoplastia não é cirurgia para o resto da vida. A qualidade dos resultados sofre alterações contínuas ao longo dos anos. Alguns fatores como idade, variação do peso corporal, qualidade e textura da pele, influências hormonais, exposições prolongadas ao sol, estilo de vida etc interferem de forma incisiva na face, independente de ter ou não sido operada. No entanto, sempre com a defasagem da correção cirúrgica realizada. Assim, nova cirurgia poderá ser indicada quando, com o passar do tempo, essas alterações se apresentarem, alterando a aparência e a flacidez dos tecidos faciais. Essa nova cirurgia não é, entretanto, um retoque da primeira. É um novo procedimento que poderá ser indicado para nova correção dos efeitos do tempo na face.

O código de normas e condutas do cirurgião plástico da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica proíbe a exibição de fotos de pré e pós-operatório, mesmo que haja autorização do paciente. Proíbe ainda o uso de fotos de partes do corpo. A divulgação de preços e condições de pagamento em meios de comunicação, como jornal e TV, é vedada.

Após as explicações supracitadas, esclarecemos que em cirurgia plástica não há promessa de resultados, por uma questão de ética.

Sua cirurgia será realizada segundo técnicas cirúrgicas consagradas e publicadas cientificamente. Nossa equipe fará o possível para garantir a qualidade do serviço e seu bem estar, porém frisamos que não prometeremos resultados, uma vez que a própria medicina não é uma ciência exata e dependeremos da sua reação orgânica pós-cirúrgica para o alcance de nossos objetivos.

É comum que suas expectativas em relação à cirurgia plástica sejam maiores que os resultados obtidos, mas lembre-se que as alterações em seu corpo tornam limitadas as possibilidades da cirurgia e que ela é realizada por cirurgiões que também possuem limitações humanas.

 

Abaixo, algumas ilustrações para melhor entendimento:

Cirurgia reparadora

Cirurgia Plástica tem por finalidade proporcionar efeitos mais harmônicos em determinadas regiões ou mesmo equilibrar o conjunto da nossa aparência que pode estar marcada pelo tempo ou por desconformidade com os padrões de “beleza”. Portanto, a finalidade é fazê-lo (a) parecer tão bem quanto possível, dentro de suas características individuais.
 
Por combinar arte e ciência, a cirurgia plástica está sujeita a variações inerentes ao mecanismo fisiológico, que é específico e pessoal. Também, a particularidade do caso, deverá ser avaliada e ponderada, confrontando o desejo do paciente com suas limitações físicas.
 
A cirurgia reparadora visa a recuperação funcional e/ou anatômica de uma ou mais regiões específicas do corpo,restabelecendo total ou parcialmente a capacidade física e a integridade psíquica. Os dois tipos de cirurgias plásticas, como todo procedimento cirúrgico, não estão livres de riscos e seus resultados podem ser limitados, conforme a extensão e a complexidade dos problemas existentes.
 
Alguns fatores na evolução de uma cirurgia independem da atuação e capacidade do cirurgião. Assim, não sendo uma ciência exata, não é possível garantir resultados pré-determinados. Idade, peso, espessura e textura da pele, influências hereditárias e hormonais, o momento psicológico vivido pelo (a) paciente, dentre outros irão influenciar nos resultados, sobre os quais, o cirurgião não tem a menor ingerência.
 
Pacientes que foram desfigurados devido a uma das causas acima podem experimentar benefícios pessoais e emocionais dramáticos através da cirurgia reparadora. Em muitos casos, esses procedimentos permitem aos pacientes retornar à suas vidas normais e melhorar a auto-estima, livres de dor emocional e estigma social.
 
Tratamento e revisão de cicatrizes, enxertos de pele, tramento de queimaduras, cirurgia para retirada de tumores benignos e malignos da pele, cirurgia das pálpebras, reconstruções de face, orelhas, nariz, mama, paredes torácica ou abdominal são só alguns exemplos de cirurgias reparadores realizadas em nossa prática cirúrgica.
 
Particularmente na ciurrgia reparadora, cada caso apresenta nuances específicas e a definição de seu plano para tratamento depende de avaliação individualizada.
 
 
 
Considerações importantes
 
O código de normas e condutas do cirurgião plástico da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica proíbe a exibição de fotos de pré e pós-operatório, mesmo que haja autorização do paciente. Proíbe ainda o uso de fotos de partes do corpo. A divulgação de preços e condições de pagamento em meios de comunicação, como jornal e TV, é vedada.
 
Após as explicações supracitadas, esclarecemos que em cirurgia plástica não há promessa de resultados, por uma questão de ética.
 
Sua cirurgia será realizada segundo técnicas cirúrgicas consagradas e publicadas cientificamente. Nossa equipe fará o possível para garantir a qualidade do serviço e seu bem estar, porém frisamos que não prometeremos resultados, uma vez que a própria medicina não é uma ciência exata e dependeremos da sua reação orgânica pós-cirúrgica para o alcance de nossos objetivos.
 
É comum que suas expectativas em relação à cirurgia plástica sejam maiores que os resultados obtidos, mas lembre-se que as alterações em seu corpo tornam limitadas as possibilidades da cirurgia e que ela é realizada por cirurgiões que também possuem limitações humanas.
 

Ginecomastia

Ginecomastia é o crescimento das mamas masculinas por alteração hormonal ou acúmulo de gordura. Geralmente ocorre nas fases de desenvolvimento hormonal como infância, adolescência ou velhice e, na maioria dos casos, não ão associadas a uma doença, embora haja necessidade de avaliação.

A maior parte dos casos de ginecomastia acontece na puberdade, em uma ou nas duas mamas e a tendência é que o quadro se reverta até o fim da adolescência. Outra incidência é na velhice, atingindo até 30% dos homens idosos. A ginecomastia pode surgir, também, em decorrência da prática de atividades físicas ou do emagrecimento em caso de ex-obesos, por excesso de pele na região mamária.

Quando persiste a alteração de volume das mamas masculinas, o problema pode ser corrigido com procedimento cirúrgico relativamente simples e com bons resultados estéticos. É possível a adoção da lipoaspiração como procedimento coadjuvante ao tratamento.

 

A Cirurgia

Na cirurgia de ginecomastia é feito um corte pequeno na parte inferior do mamilo cuja cicatriz fica quase imperceptível com o passar do tempo. A anestesia utilizada pode ser local, com sedação, ou geral, de acordo com a indicação. Geralmente, o paciente recebe alta no mesmo dia, não necessitando de internação.

 

Pós operatório

Pacientes submetidos à inclusão de implantes mamários devem permanecer em repouso absoluto por cerca de 7 dias, evitando elevar os braços acima do nível dos ombros por 4 semanas. A utilização de um faixa elástica apropriado por 1 mês é recomendada para permitir a cicatrização e acomodação dos tecidos e acelerar a reabsorção do inchaço. O resultado final pode ser apreciado somente com a acomodação total dos tecidos e a reabsorção total do inchaço, que ocorrem tipicamente após 3 a 6 meses.

Os pontos são removidos após aproximadamente 7-14 dias e o retorno às atividades físicas permitido após 1 mês. Qualquer modalidade esportiva que utilize os braços de forma intensa deve ser evitada por 2 meses. Finalmente, recomendamos o tratamento das cicatrizes durante os primeiros 6 meses, visando evitar cicatrizes escurecidas, hipertróficas e quelóides.

 

Considerações importantes

O código de normas e condutas do cirurgião plástico da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica proíbe a exibição de fotos de pré e pós-operatório, mesmo que haja autorização do paciente. Proíbe ainda o uso de fotos de partes do corpo. A divulgação de preços e condições de pagamento em meios de comunicação, como jornal e TV, é vedada.

Após as explicações supracitadas, esclarecemos que em cirurgia plástica não há promessa de resultados, por uma questão de ética.

Sua cirurgia será realizada segundo técnicas cirúrgicas consagradas e publicadas cientificamente. Nossa equipe fará o possível para garantir a qualidade do serviço e seu bem estar, porém frisamos que não prometeremos resultados, uma vez que a própria medicina não é uma ciência exata e dependeremos da sua reação orgânica pós-cirúrgica para o alcance de nossos objetivos.

É comum que suas expectativas em relação à cirurgia plástica sejam maiores que os resultados obtidos, mas lembre-se que as alterações em seu corpo tornam limitadas as possibilidades da cirurgia e que ela é realizada por cirurgiões que também possuem limitações humanas.

 

Abaixo, algumas ilustrações para melhor entendimento:

Lipoaspiração

Milhares de homens e mulheres já foram submetidos à lipoaspiração no afã de remodelar o corpo e atingir a tão desejada silhueta corporal, dando fim às indesejáveis gordurinhas localizadas ou aos famosos pneuzinhos. Graças aos exelentes resultados, a técnica de esculpir o corpo é o procedimento mais realizado em cirurgia plástica, com cerca de 300 mil operações por ano, segundo dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Porém, o procedimento não substitui os bons hábitos de alimentação saudável e prática de exercícios físicos, e, não deve ser indicado em pacientes obesos que consideram a “salvação” para perda de peso. Ao contrário do que muitos pensam, a lipoaspiração não é feita para emagrecer, mas para remodelar o corpo, retirar a gordura localizada e, assim, harmonizar o contorno corporal.

Desenvolvida a cerca de 30 anos, a lipoaspiração oferece vantagens significativas sobre os outros métodos de cirurgia do contorno corporal. As cicatrizes são muito menores (em torno de 1 cm) e ficam praticamente imperceptíveis devido ao posicionamento das incisões em áreas estratégicas do corpo, como as dobras naturais da pele. E o melhor, pode ser associada a outros procedimentos, como, ritidoplastias, abdominoplastia e mamoplastia redutora, visando refinar o contorno corporal.

Nosso corpo possui várias regiões onde há depósitos de gordura e a maior parte fica concentrada na região denominada subcutânea, localizada abaixo da pele. A quantidade de gordura no corpo depende, principalmente, de fatores genéticos, hábitos alimentares e atividade física.

A lipoaspiração tem como objetivo remover os depósitos de gordura que tendem a se acumular na região dos dos quadris, culotes, coxas, abdome, costas, joelhos e pescoço. Mas, afinal, por que a gordura se acumula nessas regiões? Nas mulheres , o estrógeno contribui para a formação de depósitos, principalmente, nas nádegas e culotes, visando oferecer energia extra durante a gravidez e aleitamento. Nos homens, as influências hormonais levam à deposição de gordura principalmente na região abdominal e na cintura. Portanto, pacientes com gordura localizada e que não respondem a programa de dieta e exercício físico regular são candidatos ideais para esta cirurgia, mas, desde que estejam próximos do peso ideal.

As expectativas devem ser realistas, já que a resposta ao tratamento não é igual em todos os pacientes e depende de fatores como nível geral da saúde, estrutura óssea, quantidade e localização da gordura, fumo, consumo de álcool e, principalmente, da qualidade da pele. Esta última é fundamental para a obtenção de um bom resultado, já que deve haver retração satisfatória da pele após a remoção da gordura subjacente. A retração costuma ser mais intensa em pacientes com pele espessa e sem flacidez. A pele sem elasticidade ficará flácida e formará áreas de contorno irregular, que são difíceis de corrigir. Uma pele de boa qualidade depende de fatores genéticos, proteção regular contra o sol e nutrição adequada.

Nos casos onde há flacidez de pele alem dos depósitos de gordura, procedimentos envolvendo a retirada dessa pele (além de gordura) são necessários. Nesses pacientes, a simples remoção da gordura utilizando a lipoaspiração tende a acentuar as rugas decorrentes da flacidez da pele. Infelizmente, as irregularidades e depressões causadas pela “celulite” podem não serem eliminadas pela lipoaspiração, embora possa haver algum grau de melhora na aparência estética da região tratada.

Frequentemente, os pacientes têm uma expectativa de correção completa de todas as suas imperfeições, sonhando obter um corpo perfeito após a lipoaspiração. Não é raro que homens e mulheres cheguem ao nosso consultório com o desejo de retirar todos os excessos gordurosos, espalhados em muitas regiões do corpo. É necessária uma entrevista franca entre cirurgião e paciente para que se possa esclarecer as dúvidas e desfazer as fantasias que ocupam o imaginário do(a) paciente.

A quantidade total de gordura a ser removida não deve ser exagerada, pois existe um determinada quantidade de sangue que é também aspirada durante o procedimento de lipoaspiração. Se a lipoaspiração for muito volumosa, a perda sanguínea também poderá ser, causando anemia e outros distúrbios do metabolismo.

Existem variações no modo de executar a lipoaspiração e também aparelhos distintos, mas o resultado final é o mesmo – depende muito mais da habilidade do médico do que propriamente do equipamento.

Habitualmente, a lipoaspiração é realizada através de incisões localizadas nas dobras de pele ou em locais onde as cicatrizes resultantes ficarão praticamente imperceptíveis. O procedimento começa com a injeção de uma solução chamada “tumescente” na gordura abaixo da pele. Esta solução, que contém soro fisiológico, adrenalina e um anestésico local, minimiza a perda de sangue, o inchaço e as dores durante o pós-operatório. Além disso, o tecido gorduroso fica mais frouxo, facilitando o processo de aspiração. O resultado final é o aumento da segurança e eficácia da lipoaspiração, permitindo a retirada de volumes de gordura progressivamente maiores com maior conforto ao paciente.

A segunda fase do tratamento consiste da aspiração de gordura utilizando cânulas ôcas de diferentes tamanhos para modelar as regiões tratadas. Em geral, a cirurgia começa com cânulas de maior diâmetro e as cânulas mais finas são utilizadas posteriormente na moldagem final da região. Através da criação de túneis e de movimentos de vai-e-vem, a cânula deve aspirar os depósitos localizados abaixo da pele de forma uniforme, evitando assim o aparecimento de irregularidades na região. As incisões são fechadas com pontos e curativos. Uma cinta de suporte é colocada logo após a cirurgia com o(a) paciente ainda anestesiada a qual você usará por cerca de 3 meses.

Pacientes submetidos à lipoaspiração devem manter repouso absoluto durante os primeiros dias, ingerindo grande quantidade de líquidos isotônicos para repor os fluidos perdidos durante a cirurgia. O paciente deve evitar levantar-se rapidamente e realizar qualquer esforço, pois a ocorrência de tonturas é bastante freqüente neste período. Os pontos são normalmente removidos após 7-10 dias e o retorno às atividades físicas é permitido após cerca de 4 semanas.

O inchaço é normal após este procedimento e começará a melhorar após 1-2 semanas, assim como as manchas roxas. É fundamental proteger-se do sol por pelo menos 6 meses, para evitar a ocorrência de manchas na pele. Visando acelerar a reabsorção do inchaço e auxiliar a cicatrização dos tecidos, uma cinta de suporte deve ser utilizada por cerca de 3 meses. A realização de fisioterapia é recomendada pelos mesmos motivos e pode ajudar a evitar o aparecimento de irregularidades e depressões nas áreas tratadas.

Finalmente, como na maioria das cirurgias plásticas, o contorno final só pode ser apreciado após pelo menos 3 a 6 meses.

 

Abaixo, algumas ilustrações para melhor entendimento:

Mastoplastia

Símbolo maior da feminilidade, já que é parte do corpo responsável pela amamentação, os seios são também fundamentais para um corpo bonito e para a sensualidade da mulher moderna.
Pequenos demais ou excessivamente grandes, eles podem comprometer não apenas o aspecto físico, mas acarretar alterações psicológicas.

Além do aspecto estético, o grande volume das mamas pode resultar em dores nas costas e problemas com a postura. Na verdade, essas dores não são necessariamente decorrentes do problema, já que a coluna é capaz de sustentar perfeitamente o peso dos seios. Mas, em geral, as mulheres que tem bustos grandes acabam curvando os ombros para frente na tentativa de disfarçar o tamanho dos seios e, portanto, “forçam” a coluna.

Como saber, afinal, se os seios tem tamanho maior que o aceitável? Não há fórmulas para determinar se um seio está ou não fora do padrão. É sua consciência e autocrítica em conjunto conosco que decidirão sobre o assunto. Algumas regras, que envolvem a medida torácica, altura, volume das mamas, altura da aréola são consideradas, mas o julgamento mesmo é feito pela proporcionalidade, harmonia do corpo e principalmente, como dissemos, sua consciência e autocrítica.

Por esse motivo, enquanto muitas mulheres recorrem à técnica do silicone para aumentar os seios, muitas outras procuram acabar com as dores na coluna e problemas estéticos causados por mamas grandes demais. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, a cirurgia redutora das mamas ocupa, junto com a colocação de prótese nos seios, o segundo lugar no ranking das cirurgias plásticas mais realizadas no Brasil, ficando atrás apenas da lipoaspiração.

Conhecida como mamoplastia redutora, a cirurgia redutora das mamas tem como objetivo melhorar o formato dos seios através da remoção de tecido mamário, dos excessos de pele e do reposicionamento da aréola e mamilo numa posição visualmente mais agradável. O procedimento resolve o desconforto estético proporcionando seios menores e conseqüentemente promove a melhora da dor nas costas e no pescoço, infecções na pele do sulco mamário e dor nos ombros devido à pressão da alça do sutiã sobre a pele.

A mamoplastia redutora, assim como qualquer procedimento cirúrgico, envolve a realização de incisões em alguma parte da mama. Em geral, procuramos fazer as incisões em locais estratégicos para maximizar o resultado estético e tornar as cicatrizes menos perceptíveis. apesar de as cicatrizes permanecerem para sempre, o processo de maturação gradual pode fazer com que elas adquiram uma colocação muito semelhante à pele da mama após algum tempo.

Vale lembrar que o seio da mulher cresce até pouco depois da primeira menstruação. Mas o ideal é aguardar ate os 18 anos, quando a glândula mamaria já estará totalmente desenvolvida. Ainda assim, a cirurgia só deve ser feita quando o tamanho dos seios causa desconforto físico ou problemas emocionais e sociais.

Antes da consulta, deve-se refletir cuidadosamente sobre os objetivos, especialmente em relação ao tamanho e formato almejados para os novos seios. O ideal é conversar clara e abertamente conosco, permitindo um trabalho em sintonia, a fim de obtermos o melhor resultado possível.

Durante a consulta, avaliaremos a forma atual dos seios, a qualidade da pele e posição da aréola e do mamilo. Após a análise desses fatores, formularemos um planejamento individualizado, indicando a melhor técnica para seu caso.

 

A cirurgia

Atualmente, existem várias técnicas de mamoplastia capazes de atingir níveis de satisfação e resultados bons. A tendência atual é empregar, na medida do possível, as técnicas que utilizam cicatrizes reduzidas, numa tentativa de proporcionar um bom resultado com cicatrizes menores. Normalmente, essas técnicas são indicadas para pacientes jovens e com pele de boa qualidade. Entretanto, algumas pacientes apresentam mamas com tamanho e/ou ptose (queda das mamas) acentuados. Nesses casos, as técnicas tradicionais podem ser mais eficazes.

Na técnica tradicional, fazemos a incisão embaixo do seio e outra que vai da aréola ao sulco inferior da mama. Após retirar os excessos de pele e glândula mamaria, elevamos a mama ate o local desejado. Unimos a pele das duas extremidades inferiores da mama como se fosse fazer um prega, desprezando o excesso de gordura, glândulas e pele, e costuramos as incisões. A cicatriz resultante é semelhante a uma ancora ou “T” invertido, circundado também o mamilo. As incisões cirúrgicas podem ser também apenas ao redor da aréola; vertical (incisão abaixo da aréola no meio da mama ate o sulco submamário); ou em forma da letra”L”. A escolha depende do tamanho das mamas, do grau de flacidez da pele e da técnica utilizada.

 

Pós-operatório

Na recuperação, o desconforto é moderado, o inchaço esta presente nos primeiros meses e diminui após 20 a 30 dias. Você devera descansar em casa nos primeiros 7 dias, dormir de barriga para cima e não levar os braços acima dos ombros no primeiro mês. Um sutiã especifico é prescrito e deve ser usado por 2 meses e curativos terão que ser realizados diariamente após a primeira revisão. Os pontos serão removidos no consultório após 7 a 30 dias. Em algumas circunstancias, opta-se por retirá-los mais tarde por motivo de segurança. Será permitido voltar a trabalhar, viajar e dirigir após cerca de 4 semanas.

Ao julgar o resultado, tenha em mente que o inchaço não desaparece em menos de 3 a 6 meses. Portanto, espere esse tempo para conferir o novo formato se sua mama.

 

Considerações importantes

O código de normas e condutas do cirurgião plástico da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica proíbe a exibição de fotos de pré e pós-operatório, mesmo que haja autorização do paciente. Proíbe ainda o uso de fotos de partes do corpo. A divulgação de preços e condições de pagamento em meios de comunicação, como jornal e TV, é vedada.

Após as explicações supracitadas, esclarecemos que em cirurgia plástica não há promessa de resultados, por uma questão de ética.

Sua cirurgia será realizada segundo técnicas cirúrgicas consagradas e publicadas cientificamente. Nossa equipe fará o possível para garantir a qualidade do serviço e seu bem estar, porém frisamos que não prometeremos resultados, uma vez que a própria medicina não é uma ciência exata e dependeremos da sua reação orgânica pós-cirúrgica para o alcance de nossos objetivos.

É comum que suas expectativas em relação à cirurgia plástica sejam maiores que os resultados obtidos, mas lembre-se que as alterações em seu corpo tornam limitadas as possibilidades da cirurgia e que ela é realizada por cirurgiões que também possuem limitações humanas.

 

Abaixo, algumas ilustrações para melhor entendimento:

Otoplastia

Quem tem “orelhas em abano” sabe como é difícil ouvir brincadeira desagradáveis desde a infância. Este problema gera uma desarmonia notável no rosto e costuma atingir cerca de 5% da população branca, sendo que a maioria o herdou dos pais.

Eminetemente estética, esta deformidade não implica em complicação ou ouvido, nem coloca a audição em risco. È caudsada por uma interrupção do desenvolvimento durante a gestação e trata-se de uma proeminência excessiva da orelha e falta de definição das suas curvas cartilaginosas.

Devido à grande melhoria estética e psicológica obtida na grande maioria dos casos operados, esta cirurgia esta cirurgia é altamente gratificante para o paciente e seu médico.

A otoplastia pode ser realizada em qualquer idade. Porém, em crianças recomendamos a execução da cirurgia por volta dos 8 anos, quando cerca de 90% do crescimento final da orelha estará completo.
Esta estratégia evita que a criança fique exposta a eventuais traumas psicológicos que resultariam de apelidos e gozações por parte dos colegas.

 

A cirurgia

Realizada através de uma incisão localizada estrategicamente no sulco atrás da orelha, a otoplastia visa posicionar as orelhas mais próximo da cabeça e criar as dobras cartilaginosas que caracterizam esta parte do corpo. A “rotação” da orelha pode ser executada retirando-se um pedaço da cartilagem da concha (parte côncava adjacente ao orifício do canal da orelha, caso esta encontre-se em excesso, e/ou simplesmente utilizando suturas.

 

Pós-operatório

Pacientes submetidos à otoplastia devem permanecer em repouso absoluto por 7 dias, mantendo a cabeça sempre elevada. O curativo em forma de capacete colocado no final da cirurgia pode ser retirado após 5 a 7 dias, sendo que o paciente deverá utilizar uma faixa elástica por cima das orelhas por 2 a 4 semanas.

 Devido à delicadeza da cartilagem e às numerosas curvas existentes, o resultado final pode ser analisado somente após a reabsorção total do inchaço, que ocorre normalmente após 3 a 6 meses. As atividades físicas podem ser retomadas após cerca de 4 semanas, sendo que qualquer modalidade com risco de traumatismo deve ser evitada por 2 meses.

 

Considerações importantes

O código de normas e condutas do cirurgião plástico da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica proíbe a exibição de fotos de pré e pós-operatório, mesmo que haja autorização do paciente. Proíbe ainda o uso de fotos de partes do corpo. A divulgação de preços e condições de pagamento em meios de comunicação, como jornal e TV, é vedada.

Após as explicações supracitadas, esclarecemos que em cirurgia plástica não há promessa de resultados, por uma questão de ética.

Sua cirurgia será realizada segundo técnicas cirúrgicas consagradas e publicadas cientificamente. Nossa equipe fará o possível para garantir a qualidade do serviço e seu bem estar, porém frisamos que não prometeremos resultados, uma vez que a própria medicina não é uma ciência exata e dependeremos da sua reação orgânica pós-cirúrgica para o alcance de nossos objetivos.

É comum que suas expectativas em relação à cirurgia plástica sejam maiores que os resultados obtidos, mas lembre-se que as alterações em seu corpo tornam limitadas as possibilidades da cirurgia e que ela é realizada por cirurgiões que também possuem limitações humanas.

 

Abaixo, algumas ilustrações para melhor entendimento:

Prótese de glúteo

Sem dúvidas, uma das áreas anatômicas mais valorizadas é a região glútea. É fato que os brasileiros têm fama de terem bonitos e volumosos contornos corporais, principalmente as mulheres. Os glúteos, quando bem modelados, conferem harmonia e graça, significam beleza e saúde, além de terem importante papel no visual corpóreo. No Brasil, o padrão dos glúteos é mais elevado do que em qualquer outra parte do mundo, sendo considerados um dos símbolos sexuais mais venerados por homens e mulheres e podem influenciar drasticamente na autoestima e na autoconfiança de uma pessoa. Quando a genética não foi muito favorável ou quando outros agentes (perda de peso, tempo e gravidade) prejudicaram essa importante região do corpo, a cirurgia plástica moderna propõe o tratamento com a gluteoplastia de aumento, a solução para ter um bumbum atraente.

A gluteoplastia é uma das cirurgias plásticas que mais têm apresentado crescimento de procura nesses últimos anos, apesar de não muito conhecida. Houve grande aumento do interesse pela cirurgia nesses últimos tempos. Por ser um procedimento relativamente novo, muitas pessoas não sabem dos benefícios e vantagens que a gluteoplastia pode trazer. Vale a pena conhecer um pouco mais sobre a cirurgia plástica de glúteos, que tanto faz sucesso atualmente.

Uma cirurgia plástica relativamente nova e que está em alta, tendo muita procura: a gluteoplastia de aumento é uma das mais modernas cirurgias plásticas, a qual permite corrigir assimetrias, aumentar o tamanho e volume, corrigir a flacidez e melhorar a forma, os contornos e a projeção dos glúteos. Pode ser realizada por duas maneiras: pelo implante de silicone ou pela enxertia de gordura, retirada do próprio paciente, tratada e inserida. Tem-se optado, cada vez mais, pela gluteoplastia com implantes de silicone pela superioridade dos resultados e melhor previsão dos mesmos, uma vez que a gordura muitas vezes é absorvida mais do que se desejaria, podendo frustrar o resultado desejado pelo paciente. Assim, o enxerto de gordura na gluteoplastia fica reservado para os casos em que se necessita de muito pouco volume nos glúteos, promovendo somente um realce de suas formas. A efetividade da gluteoplastia de aumento - cirurgia plástica de glúteos - se deve principalmente pela possibilidade de se restaurar, quase que imediatamente, o volume e a forma da região glútea que estava prejudicada, resultando num bumbum bonito e atraente.

A gluteoplastia é indicada para pacientes maiores de 18 anos, pois geralmente nessa idade a estrutura corporal já está quase toda formada. Os pacientes que não foram ajudados pela genética, com atrofia dos glúteos, que tenham glúteos pequenos e disformes, que tiveram uma perda de peso importante, com muita flacidez ou que estão sob os efeitos do tempo e da gravidade simplesmente são ótimos candidatos à gluteoplastia (prótese silicone nos glúteos). Aqueles que desejam apenas realçar e melhorar a aparência do bumbum podem também se beneficiar da cirurgia de implantes de silicone nos glúteos ou gluteoplastia. Em casos em que o enxerto de gordura não deve conseguir um resultado satisfatório ou previsível, a colocação de implantes de silicone gel nos glúteos consegue atingir um resultado duradouro e atraente, com mínimas cicatrizes visíveis.

Os implantes glúteos (prótese de silicone para o glúteo) para Gluteoplastia Os implantes glúteos de silicone foram desenvolvidos com a finalidade de aumento do volume, correção ou reconstrução dos glúteos. Os implantes glúteos são constituídos por fina membrana de elastômero de silicone, material similar a uma borracha, e preenchidas por exclusivo gel de silicone de alta coesividade, que além de ter alto desempenho, molda o glúteo com eficiência, melhorando a aparência e mantendo sempre um resultando natural.

Os implantes glúteos são apresentados em dois formatos diferentes para que seja possível a melhor adaptação anatômica e adequação aos anseios do paciente, quais sejam, forma oval e forma redonda. Tem a preferência pelos implantes redondos, pois proporcionam um formato e contorno mais atraentes ao corpo, além de terem a projeção perfeitamente adequada ao padrão brasileiro.
Outra característica importante dos implantes glúteos é de sua superfície: lisa, não sendo texturizada ou revestida. A escolha pela prótese de silicone lisa se dá, pois, ao colocá-la entre os músculos (glúteo máximo e médio), não há riscos de sangramento ou lesão, como pode acontecer com a prótese texturizada e revestida.

A vida útil do implante de glúteo é eterna, ou seja, uma vez posta, a prótese de silicone dos glúteos não precisará ser trocada, como acontece na cirurgia plástica de implantes de silicone nos seios. É claro que o paciente deverá seguir todas as instruções do pós-operatório da gluteoplastia para que nada aconteça com os implantes de silicone, principalmente para sua boa manutenção.

É importante salientar que a cirurgia plástica de glúteos, a gluteoplastia, em comparação com a prótese de silicone nas mamas, exige um cuidado muito maior no pós-operatório. Esse cuidado começa já no quarto, depois da cirurgia, quando a paciente deve permanecer em decúbito ventral (de barriga para baixo), quando estiver deitada, e manter esse cuidado até completar um mês. Além disso, ela não poderá se sentar pelo mesmo período de trinta dias, devendo, portanto, ficar apenas em pé ou deitada de barriga para baixo no primeiro mês após a gluteoplastia. Pode-se ir ao banheiro tomando o cuidado de não se sentar totalmente. Sabemos que pode ser um pouco difícil seguir esse cuidado à risca, mas isso minimiza muito as complicações no pós-operatório da gluteoplastia, tornando-a tão segura quanto a cirurgia de implantes de silicone nos seios.

Além do cuidado de não sentar no primeiro mês após a gluteoplastia, outro cuidado necessário é com a área de sutura, que deve permanecer sempre seca com o auxílio de um curativo com gazes. Tem realizado sutura interna e externa, essa região por natureza, tem uma pequena dificuldade aumentada de cicatrização por ser em região de dobra, atrito e úmida. Com a técnica de sutura utilizada, a cirurgia de prótese de silicone nos glúteos tem tido uma cicatrização invejável e com excelentes resultados. O planejamento do posicionamento da cicatriz antes e durante a cirurgia fazem com que ela se torne praticamente invisível na maioria das pacientes, nuas, em pé.

Durante a consulta, avaliaremos o grau de hipotrofia (diminuição de volume) muscular e flacidez dos glúteos para que possa ponderar sobre a necessidade de realizar a gluteoplastia com prótese de silicone ou com enxerto de gordura nos glúteos. Na maioria das vezes, a procura pelo cirurgião plástico ocorre nos casos em que se necessita de um resultado maior que o simples enxerto de gordura, reiterando a crescente procura pelo silicone nos glúteos e sua satisfação após essa cirurgia.

O tamanho dos Implantes Glúteoss a serem usados na Gluteoplastia A escolha do tamanho dos implantes glúteos de silicone será feita na consulta final, após avaliação dos glúteos pelo cirurgião plástico. Cabe ao paciente explicar quais são suas expectativas sobre o resultado e o que deseja obter com a gluteoplastia, detalhando as formas, tamanho e projeção. Há muitos tamanhos disponíveis de prótese de silicone para os glúteos para que o cirurgião plástico possa adaptar corretamente à estrutura do paciente que deseja realizar a gluteoplastia. A escolha do tamanho é baseada no resultado desejado pelo paciente, sendo necessária uma avaliação prévia de suas medidas anatômicas para que se decida o tamanho dos implantes que irá utilizar na gluteoplastia.

 

As cicatrizes

Por ficar localizada na porção inferior lombar, num lugar estratégico entre os glúteos, a pequena cicatriz que resulta da gluteoplastia tem ótima aceitação por parte dos pacientes. Além disso, tem boa evolução durante a recuperação, ficando quase que imperceptível. Pacientes que realizaram a gluteoplastia podem esconder a pequena cicatriz pelo biquíni, pela calcinha ou cueca, não ficando, assim, exposta ou aparente. São raríssimos os casos em que ocorrem deformidades na cicatriz pós-gluteoplastia.

 

A cirurgia

A gluteoplastia é realizada com o paciente sob anestesia peridural e sedação. Não há necessidade de se realizar a anestesia geral para esse procedimento, tendo em vista que será somente a colocação de próteses de silicone nos glúteos ou o enxerto de gordura, não expondo o paciente a altos riscos. A sedação depende muito de cada paciente e de seu estado de saúde. Para proporcionar maior segurança ao procedimento, o anestesista fica presente durante toda cirurgia acompanhando todos os sinais vitais do paciente, bem como pressão, pulso, temperatura, respiração, grau de sedação, diurese e hidratação.
Inicia-se a gluteoplastia com o paciente anestesiado e sob sedação. Realiza-se a antissepsia para que possa realizar a incisão no local. Faz-se, então, uma discreta e baixa incisão entre os glúteos (zona interglútea), que fica imperceptível.

A cirurgia plástica de glúteos tem seu tempo estimado em três horas, caso ocorra tudo normalmente. Pacientes com variações anatômicas que possam dificultar a técnica anestésica e de dissecção do espaço para a colocação dos implantes de silicone é um dos fatores que podem fazer com que o procedimento da gluteoplastia se prolongue.

Os pacientes que realizam a cirurgia plástica de glúteos não precisam ficar internados no hospital por mais de 12 horas. Geralmente, no final do dia da cirurgia o paciente já recebe alta. Apesar de não haver dor importante na recuperação, o paciente deverá lembrar sempre dos cuidados do pós-operatório, que deverão ser observados para que nada interfira no resultado final da gluteoplastia.

 

Pós-operatório

As pacientes que se submetem à gluteoplastia têm como restrição maior o fato de não poderem se sentar no primeiro mês após a cirurgia. A maioria delas relata que achavam que seria mais difícil, mas que um mês passa tranquilamente e que o resultado é muito recompensador. Além desse cuidado, no primeiro mês não se pode realizar esforços físicos, como academia, e não se deve usar salto alto. Para dirigir deve-se esperar o trigésimo dia, quando já se pode sentar, dormir de lado, fazer exercícios físicos leves e usar salto alto. Após dois meses da cirurgia, pode-se realizar qualquer esforço físico, inclusive exercícios aeróbicos como corrida ou academia com peso.

Utiliza-se uma malha compressiva depois da cirurgia plástica de gluteoplastia por um período total de dois meses.

Os pontos são removidos entre a segunda e terceira semana, devido a uma cicatrização um pouco mais lenta, característica da região sacral.

A cirurgia não impede, depois de sua recuperação total, após dois meses da gluteoplastia, de sentar-se normalmente, praticar esportes ou qualquer outro tipo de movimento. Entretanto, cumpre lembrar que, uma vez realizada a cirurgia de glúteos com prótese de silicone, a paciente não mais poderá fazer uso de medicamentos injetáveis nos glúteos, pelo alto risco de perfuração dos implantes de silicone.

A gluteoplastia é uma cirurgia plástica com riscos. Os possíveis riscos de complicação envolvem a deiscência da sutura e acúmulo de líquido na região. São complicações que nada interferem no resultado e que podem ser tratadas sem exigir muito do paciente e do cirurgião. A deiscência da sutura é uma deficiência do organismo em completar a cicatrização; quando ocorre, é superficial e, na maioria das vezes, está ligada a infecções, à falta do paciente observar os cuidados exigidos no pós-operatório ou à tensão nas linhas de sutura. Pode ser tratada por uma nova sutura (ressutura) e pelo uso de antibióticos. Já o acúmulo de líquido na região, algo muito comum em qualquer cirurgia plástica, pode ter tratado pela simples retirada do líquido

 

Considerações importantes

O código de normas e condutas do cirurgião plástico da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica proíbe a exibição de fotos de pré e pós-operatório, mesmo que haja autorização do paciente. Proíbe ainda o uso de fotos de partes do corpo. A divulgação de preços e condições de pagamento em meios de comunicação, como jornal e TV, é vedada.

Após as explicações supracitadas, esclarecemos que em cirurgia plástica não há promessa de resultados, por uma questão de ética.

Sua cirurgia será realizada segundo técnicas cirúrgicas consagradas e publicadas cientificamente. Nossa equipe fará o possível para garantir a qualidade do serviço e seu bem estar, porém frisamos que não prometeremos resultados, uma vez que a própria medicina não é uma ciência exata e dependeremos da sua reação orgânica pós-cirúrgica para o alcance de nossos objetivos.

É comum que suas expectativas em relação à cirurgia plástica sejam maiores que os resultados obtidos, mas lembre-se que as alterações em seu corpo tornam limitadas as possibilidades da cirurgia e que ela é realizada por cirurgiões que também possuem limitações humanas.

 

Abaixo, algumas ilustrações para melhor entendimento:

Prótese de mama

Nas últimas décadas, milhões de mulheres foram submetidas à inclusão de implantes mamários visando melhorar o aspecto das mamas. O procedimento adquiriu altos níveis de popularidade entre as pacientes, pois os já bons resultados de antigamente melhoraram significativamente devido à modernização dos implantes e aos refinamentos na técnica cirúrgica. Numa pesquisa recente, o índice de satisfação após esta cirurgia foi de 93%, sendo que 88% destas pacientes realizaria a cirurgia novamente. Consequentemente, esta cirurgia tem sido cada vez mais destacada pela mídia.

A realização desta cirurgia pode melhorar a auto-estima e enaltecer aspectos relacionados à feminilidade das pacientes. Afinal, a mulher não deve sentir vergonha ao vestir um maiô, biquini ou determinados tipos de roupa. Pacientes incomodadas pelo tamanho reduzido das suas mamas, cuja perda de peso e/ou a gravidez alterou a forma e tamanho das mamas, ou aquelas portadoras de assimetrias podem ser beneficiadas por esta cirurgia. Além disso, a reconstrução mamária utilizando implantes pode ser executada com excelentes resultados.

Porem, a realização do procedimento depende de alguns pré-requisitos básicos. Em primeiro lugar, se a paciente é uma mulher jovem, o desenvolvimento de suas mamas deve estar completo. Além disso, deve ser madura emocionalmente e possuir claro entendimento das razões que a motivaram procurar pela cirurgia. A melhor razão, sempre, é o desejo de sentir-se melhor consigo mesma. Mas vale lembrar que as expectativas devem ser realistas. O procedimento pode melhorar significativamente a aparência, mas não é capaz de atingir a perfeição.

Composto por polímeros inorgânicos formados por um núcleo de silício e oxigênio, o silicone é inodoro, insípido, incolor e resistente a água e produtos químicos. Permanece estável mesmo sob condições extremas de temperatura e não conduz eletricidade. É por sua versatilidade que o material é utilizado pela industria para diversas finalidades. Trata-se de um dos materiais mais inertes (não-reativos) utilizados na pratica médica, sendo empregado na fabricação de seringas, substâncias lubrificantes e medicamentos.Seu uso foi considerado controverso por muito tempo porque foi colocado sob suspeita nos Estados Unidos. O implante de silicone nos seios é utilizado no Brasil desde 1960 e foi proibido no mercado americano pelo FDA, agência americana que controla os alimentos e medicamentos, de 1992 a 2003, devido aos malefícios causados pelos vazamentos. Por isso, durante muito tempo suspeitou-se que a prótese de silicone pudesse causar danos à saúde da mulher, como câncer de mama e doenças auto-imunes. Após extensos estudos, no entanto, ficou provada e comprovada a inexistência desses malefícios. Atualmente, o silicone é considerado um material seguro.

Milhões de mulheres no Brasil e no mundo já foram submetidas à inclusão de implantes mamários de silicone por motivos estéticos ou reparadores, com altos índices de satisfação.

De qualquer forma, assim como todas as mulheres, as que fazem um implante mamário devem continuar realizando a prevenção do câncer de mama através de auto-exames freqüentes, mamografias regulares e consultas com mastologista.

Após a cirurgia, as mamografias deverão ser realizadas por um radiologista especializado, que utilizará um técnica adaptada à presença de implantes mamários. Portanto, é fundamental que você informe-o sobre a presença dos implantes na hora do exame.

A consulta médica é muito importante para o sucesso desta cirurgia. Apesar de parecer um procedimento simples, existem várias escolhas a serem consideradas e princípios que devem ser obedecidos rigorosamente. Por exemplo, fatores como as características da pele, consistência da mama, localização da incisão e o aumento desejado devem ser analisados individualmente de forma cuidadosa. Em geral, a combinação entre um cirurgião experiente, a obediência aos princípios acima e a utilização da técnica correta maximiza as chances de um resultado satisfatório.

A cuidadosa análise da largura, projeção e altura da mama são fundamentais no planejamento cirúrgico e determinarão a escolha do implante. Considerando a enorme variação das mamas existente na população, percebemos que um determinado tipo e tamanho de implante não devem ser indicados para todas as pacientes. Além disso, aspectos como o efeito de eventuais variações de peso, gravidez e cirurgias associadas serão claramente esclarecidos. Isto é importante porque estes fatores podem alterar o tamanho e o formato das suas mamas após a cirurgia de uma forma imprevisível.

Finalmente, antes da cirurgia, a paciente será submetida à ultra-sonografia ou mamografia para investigação do tecido das mamas, visando descartar a presença de lesões suspeitas que mereçam investigação mais apurada.

 

A cirurgia

A localização das incisões é uma das maiores preocupações das pacientes que desejam esta cirurgia. Isto é bastante compreensível, já que o aspecto das mamas é uma parte fundamental da identidade feminina. Embora nenhuma incisão possa ser considerada a melhor, observamos que a grande melhora obtida em termos de formato e auto-estima é geralmente mais valorizada do que a presença de cicatrizes. Na realidade, em termos de visibilidade após a cirurgia, a qualidade da cicatriz é mais importante do que o seu tamanho e localização.

O implante pode ser inserido basicamente através de três vias de acesso: por uma incisão no sulco abaixo das mamas, na junção entre a aréola e a pele da mama, ou na axila. Cada uma destas tem suas vantagens e desvantagens, que devem ser discutidas amplamente. A escolha final dependerá da sua preferência, do formato das suas mamas, e da recomendação do cirurgião. Independentemente da técnica, o posicionamento das incisões e o nível de acabamento devem ser cuidadosos, visando tornar as cicatrizes finais praticamente imperceptíveis.

Incisão no sulco inra-mamário: Utilizada devido à facilidade de acesso à mama (oferecendo um alto nível de controle durante o procedimento) e a possibilidade de utilizar vários tipos de implante. Uma incisão bem posicionada resultará numa cicatriz praticamente imperceptível, localizada exatamente no sulco abaixo das mamas.

Incisão periareolar: Preferida por muitos cirurgiões, a incisão periareolar é posicionada exatamente na interface entre a aréola e a pele da mama. Teoricamente, se o processo de cicatrização ocorrer normalmente, esta técnica oferece cicatrizes de ótima qualidade praticamente imperceptível.

Incisão axilar: É a incisão ideal se o objetivo principal é evitar cicatrizes na mama. Porém, esta abordagem pode ser considerada a mais difícil em termos da criação de uma loja de tamanho adequado, posicionamento preciso do implante e controle de eventuais sangramentos. Em outras palavras, esta técnica é a que mais depende do treinamento e da experiência do cirurgião. Recentemente, a incorporação de instrumentos endoscópicos (instrumentos acoplados a uma câmera de televisão) a esta abordagem permitiu maior precisão e controle dos fatores já mencionados. Entretanto, o cirurgião deve ser extremamente hábil no domínio do material endoscópico para maximizar as chances de um resultado satisfatório.

Finalmente, vale lembrar que os implantes mamários podem ser muito úteis na correção da ptose mamária. Este fenômeno, que ocorre frequentemente após a gravidez e em casos de emagrecimento importante, caracteriza-se pela “queda” das mamas com perda do contorno estético. Isto é especialmente evidente no pólo superior das mamas. Quando não existe tecido suficiente na própria mama, o volume pode ser aumentado utilizando um implante e a flacidez de pele ajustada através de uma incisão periareolar, vertical, em “T” invertido, ou uma combinação destas. Em geral, o tamanho e tipo de cicatriz acaba sendo proporcional ao grau de flacidez presente.

Basicamente, o implante pode ser colocado entre o tecido mamário e o músculo peitoral (posição submamária), entre a fáscia peitoral e o músculo peitoral (posição subfascial) ou entre o músculo peitoral e a parede torácica (posição submuscular). A escolha da técnica depende fundamentalmente da espessura da pele e da quantidade de tecido mamário disponível para cobrir o implante.
Em geral, a colocação do implante na posição submamária ou subfascial permite um controle mais preciso e previsível em termos do resultado final. Porém, um pré-requisito fundamental é haver tecido suficiente para cobrir o implante, já que caso contrário as bordas podem ficar visíveis e/ou palpáveis. Em pacientes muito magras com pouco tecido no pólo superior da mama, a abordagem submuscular pode evitar este problema.
Após a cirurgia, os mamilos apontarão na mesma direção de anteriormente. Qualquer correção na sua posição aumenta significativamente o risco de lesão dos nervos responsáveis pela sensibilidade e resultará obrigatoriamente em uma cicatriz visível em volta da aréola. Consequentemente, o reposicionamento cirúrgico destas estruturas só deve ser realizado em pacientes com alterações graves de posicionamento, assimetrias muito importantes ou naquelas dispostas a aceitar os riscos envolvidos.

 

Pós operatório

Após esta cirurgia, a reação natural do corpo é formar uma membrana fibrosa chamada cápsula ao redor do implante. Normalmente, o implante descansará naturalmente no interior desta cápsula, que permanecerá fina e em repouso. Infelizmente, em algumas pacientes este tecido pode contrair, levando a mama a ficar mais arredondada, firme, apresentar bordas marcadas, uma aparência não natural e possivelmente dolorosa. Isto pode ocorrer logo após a cirurgia ou após alguns anos e a intensidade desta resposta é variável e imprevisível.

Felizmente, fatores como a modernização do material utilizado na fabricação dos implantes, refinamento da técnica cirúrgica e utilização de medicamentos específicos diminuiram a incidência da contratura capsular significativamente. Atualmente, este fenômeno ocorre em menos de 2-4% das pacientes e o tratamento consiste basicamente da retirada do tecido cicatricial e a remoção ou troca do implante.

Pacientes submetidos à inclusão de implantes mamários devem permanecer em repouso absoluto por cerca de 2 dias, evitando elevar os braços acima do nível dos ombros por 4 semanas. A utilização de um sutiã apropriado por 1 mês é recomendada para permitir a cicatrização dos tecidos, manter o implante na posição ideal e acelerar a reabsorção do inchaço. O resultado final pode ser apreciado somente com a acomodação total dos tecidos e a reabsorção total do inchaço, que ocorrem tipicamente após 3 a 6 meses.

Os pontos são removidos após aproximadamente 7-14 dias e o retorno às atividades físicas permitido após 1 mês. Qualquer modalidade esportiva que utilize os braços de forma intensa deve ser evitada por 2 meses. Finalmente, recomendamos o tratamento das cicatrizes durante os primeiros 6 meses, visando evitar cicatrizes escurecidas, hipertróficas e quelóides.

 

Considerações importantes

O código de normas e condutas do cirurgião plástico da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica proíbe a exibição de fotos de pré e pós-operatório, mesmo que haja autorização do paciente. Proíbe ainda o uso de fotos de partes do corpo. A divulgação de preços e condições de pagamento em meios de comunicação, como jornal e TV, é vedada.

Após as explicações supracitadas, esclarecemos que em cirurgia plástica não há promessa de resultados, por uma questão de ética.

Sua cirurgia será realizada segundo técnicas cirúrgicas consagradas e publicadas cientificamente. Nossa equipe fará o possível para garantir a qualidade do serviço e seu bem estar, porém frisamos que não prometeremos resultados, uma vez que a própria medicina não é uma ciência exata e dependeremos da sua reação orgânica pós-cirúrgica para o alcance de nossos objetivos.

É comum que suas expectativas em relação à cirurgia plástica sejam maiores que os resultados obtidos, mas lembre-se que as alterações em seu corpo tornam limitadas as possibilidades da cirurgia e que ela é realizada por cirurgiões que também possuem limitações humanas.

 

Abaixo, algumas ilustrações para melhor entendimento:

Prótese de panturrilha

A panturrilha, principalmente entre os homens, é uma das partes do corpo que mais se deseja definir. É comum em academias ver pessoas se exercitando e, apesar de para algumas pessoas ser relativamente fácil enrijecer essa musculatura, para outras não. Há ainda os casos de danos decorrentes de acidentes ou determinadas condições de saúde que dificultam o enrijecimento dos músculos.

O procedimento é indicado para pacientes que apresentam uma "batata da perna" com projeção muito pequena e desproporcional em relação ao resto do corpo. A panturrilha, para ter harmonia com a perna como um todo, necessita ter um tamanho que acompanhe o das coxas, para que não dê a impressão de que é fina demais. A inclusão de prótese de silicone aumenta o volume da parte anterior das pernas, tornando mais harmônico o seu contorno.

A cicatrização é um fator que não depende apenas da experiência do médico, mas muito da genética do paciente, levando a melhor ou pior cicatrização do local, o grau de flacidez da pele, acúmulo de gordura, tamanho da prótese, dentre outros.

Um dos maiores dilemas para quem pretende fazer a cirurgia de panturrilha é o tamanho da prótese de silicone. É necessário um dialogo entre o paciente e a equipe cirúrgica para um bom resultado e satisfação do paciente. Ao contrário do que a maioria pensa, quem deve dar a palavra final para essa escolha é o cirurgião plástico e não o paciente. Isso porque é um fator que não depende apenas do bom senso estético, mas das condições físicas e das possíveis consequências para o corpo do homem ou da mulher.

 

A cirurgia

O tipo de anestesia depende de uma série de fatores. Após avaliação, o anestesista opta pelo tipo de anestesia mais indicada para o paciente, podendo ser bloqueio regional, raqui anestesia ou peri anestesia. Em alguns casos, pode ser indicada até mesmo anestesia geral. A incisão é bem discreta e realizada na parte posterior do joelho, perto do sulco posterior de cada joelho. Cada cicatriz tem, em média, 5 cm. Após dissecção do local para acomodar a prótese confortavelmente sobre o músculo, é colocada a prótese estéril bilateralmente e avaliada simetria das mesmas, com fechamento por planos da incisão realizada.

 

Considerações importantes

O código de normas e condutas do cirurgião plástico da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica proíbe a exibição de fotos de pré e pós-operatório, mesmo que haja autorização do paciente. Proíbe ainda o uso de fotos de partes do corpo. A divulgação de preços e condições de pagamento em meios de comunicação, como jornal e TV, é vedada.

Após as explicações supracitadas, esclarecemos que em cirurgia plástica não há promessa de resultados, por uma questão de ética.

Sua cirurgia será realizada segundo técnicas cirúrgicas consagradas e publicadas cientificamente. Nossa equipe fará o possível para garantir a qualidade do serviço e seu bem estar, porém frisamos que não prometeremos resultados, uma vez que a própria medicina não é uma ciência exata e dependeremos da sua reação orgânica pós-cirúrgica para o alcance de nossos objetivos.

É comum que suas expectativas em relação à cirurgia plástica sejam maiores que os resultados obtidos, mas lembre-se que as alterações em seu corpo tornam limitadas as possibilidades da cirurgia e que ela é realizada por cirurgiões que também possuem limitações humanas.

 

Abaixo, algumas ilustrações para melhor entendimento:

Rinoplastia

A aparência do nariz é responsável por grande parte da harmonia facial, principalmente devido à sua posição no centro da face. Por isso, alterações no seu formato podem gerar desequilíbrios entre as unidades estéticas da face. A cirurgia do nariz, ou rinoplastia, visa justamente restaurar este equilíbrio. Ao longo dos anos, várias técnicas altamente sofisticadas foram desenvolvidas para adequar o formato do nariz às características individuais da face de cada paciente. Atualmente, o cirurgião pode reduzir ou aumentar o tamanho do nariz, alterar a forma da ponta e do dorso, diminuir o tamanho das narinas, refinar a ponta e alterar o ângulo entre o nariz e o lábio superior. A cirurgia de nariz ou rinoplastia também pode corrigir defeitos já presentes ao nascimento, seqüelas de traumatismos ou rinoplastias prévias e ajudar a resolver problemas respiratórios.

O objetivo da rinoplastia estética é o resultado harmônico e natural, com traços adequados ao rosto da pessoa. Por meio de uma entrevista com o paciente, o cirurgião ouve as considerações dele e pondera as necessidades e possibilidades de cada caso, planejando onde serão necessários procedimentos sobre a estrutura ósteo-cartilaginosa nasal: dorso, ponta, asas, columela, septo etc. Como podemos perceber, a estrutura do nariz é extremamente complexa e varia intensamente de acordo com a raça, sexo, idade conformação hormonal, constituição óssea da face, tipo de pele etc. Dessa forma, é mais fácil de se entender a complexidade desta cirurgia e as limitações técnicas que às vezes são impostas. Para se ter uma ideia, em determinados casos, a modelação do nariz exige o uso de enxertos de cartilagem que serão retirados do próprio septo nasal ou mesmo das orelhas. É difícil, assim, moldar um nariz como o de um artista ou modelo que se apresenta com características tão diversas em relação ao caso em análise. O entendimento dessas limitações impede que narizes esteticamente belos fiquem em desarmonia com o conjunto facial.

Devemos sempre estar atentos aos casos em que se torna importante a observação de alterações funcionais associadas como dificuldades de respirar, rinites crônicas, coriza, sinusites etc. Podem estar presentes deformidades anatômicas que devem ser corrigidas para que um resultado de cirurgia estética não seja comprometido com a permanência desses problemas. É a associação da cirurgia estética e da funcional para a obtenção dos melhores resultados possíveis. Nesses casos, pode haver a necessidade de um otorrinolaringologista para se alcançar bons resultados. Em casos mais complexos, poderá ser indicado mais de um procedimento cirúrgico para se alcançar o resultado planejado. O seu cirurgião lhe dará todas as explicações necessárias.

 

A cirurgia

A anestesia é geral, podendo ser local com sedaçao, de acordo com cada caso e especialmente considerando-se a avaliação do anestesista e a conveniência do cirurgião. A duração do ato é de cerca de 90 minutos, prolongado de acordo com o caso específico.

Realiza-se a cirurgia através das narinas, com instrumentos apropriados que atingem as estruturas desejadas, não resultando em cicatrizes externas, na maioria dos casos. As particularidades existem e assim também as alternativas para tratá-las. Então, em casos específicos, poderá haver a necessidade de se reduzir a distância entre as asas nasais, resultando em cicatrizes quase imperceptíveis nestas estruturas. Já em casos de reoperações, ou de acordo com a complexibilidade do caso, as chamadas exo- rinoplastias devem ser ponderadas. Assim são chamadas as rinoplastias em que o acesso às estruturas nasais se dá por uma cicatriz na columela (barra de tecido entre as narinas) mas que quando necessárias, também deixam cicatrizes quase imperceptíveis. De acordo com a maneira de trabalho de cada profissional e a necessidade de cada caso, pode-se usar tampões nasais durante a cirurgia, que permanecerão ou não durante os dois primeiros dias de pós-operatório. Isso será conversado com o paciente, orientando para a respiração pela boca neste período. O curativo quase sempre envolve um molde de gesso ou uma tala (splint) de material moldável ao contorno nasal e tem a função de imobilizar as estruturas nasais durante os primeiros sete dias, conferindo o repouso necessário à cicatrização dos tecidos e contornando o edema. Após a retirada desses moldes, adaptamos fitas adesivas ao nariz para controlar o inchaço e manter a forma, sendo seu tempo de utilização muito variável em cada caso.

A cirurgia de nariz (rinoplastia) moderna tem como princípio básico a construção de um nariz bonito e funcional. Em outras palavras, a manutenção da função respiratória deve ser uma prioridade absoluta. Nesta cirurgia, as cartilagens e ossos que formam o esqueleto do nariz são esculpidas de acordo com as características do nariz e da face do paciente. Por vezes é necessário utilizar enxertos de cartilagem, retirados do próprio nariz, costela ou da orelha, para corrigir as alterações de contorno e fortalecer o esqueleto remanescente. Em casos onde há dificuldade respiratória, pode ser necessário corrigir desvios do septo nasal e das outras estruturas que formam as vias responsáveis pela passagem do ar.

 

Pós-operatório

Pacientes submetidos à rinoplastia receberão alta hospitalar com todas as recomendações necessárias a uma boa recuperação: - repouso absoluto por cerca de 7 dias, mantendo a cabeça sempre elevada. Durante os primeiros dias, recomendamos alimentos frios e de consistência pastosa para facilitar a mastigação. O curativo é normalmente removido após 7 dias, podendo ser necessário utilizar um curativo de esparadrapo por mais 1 semana. Todas as trocas de curativos deverão ser feitas pelo cirugião. Retornos adicionais serão comunicados pelo cirurgião e devem ser seguidos para uma completa recuperação e avaliação dos resultados.
Tanto o edema como essas possíveis manchas serão reabsorvidos pelo organismo num breve período de tempo. Principalmente quando se usam os tampões, após a sua retirada, poderá escorrer uma secreção pelas narinas que geralmente cessa com um a dois dias. Pode haver a formação de crostas que deverão ser cuidadosamente removidas com cotonetes úmidos. Recomendamos que tentem desviar os espirros para a boca e evitem assoar o nariz na primeira semana. Normalmente a operação e o período pós-operatório não são dolorosos. Pequenas e eventuais sensações de dor poderão ser controladas com analgésicos comuns. O uso de gotas descongestionantes poderá ser recomendado. Como todo processo cicatricial, também no nariz o organismo precisa "esquecer" que foi agredido. Esse tempo de recuperação é ainda mais longo nas rinoplastias e assim, somente após seis a 12 meses é que se deve avaliar os resultados da cirurgia. O nosso organismo trabalha dentro de uma forma ordenada e um tempo certo. Temos que controlar nossas ansiedades e aguardar a evolução natural, pois aqui não podemos interferir para mudar o curso do processo cicatricial. A observação de pequenas assimetrias pré-existentes pode somente agora ser notada, mas é bom lembrar que trabalhamos sobre estruturas já existentes naquela forma e que nem sempre podemos alterá-las. As expectativas exageradas são prejudiciais, pois existem muitas limitações anatômicas à cirurgia, que obviamente impedirão o cirurgião de obter tudo aquilo que deseja.

 

Considerações importantes

As intercorrências são situações que surgem no período pós-operatório e não interferem no resultado. São exemplos: equimoses (manchas roxas na pele), edema (inchaço), eliminação de pontos internos (por volta de três semanas), deiscência de pontos (abertura do corte) etc. Outras intercorrências indesejáveis e mais complexas, que felizmente são raras: infecção, necrose parcial ou total da pele do nariz e as intercorrências pertinentes a qualquer procedimento cirúrgico. Nessas eventualidades, é fundamental manter a calma e conversar profundamente com seu médico, que cuidará atentamente do seu caso. O paciente não deve transmitir a existência destas intercorrências a seus amigos e familiares. Eles poderão deixá-lo inseguro, nada podendo fazer efetivamente para ajudá-lo. Isso gera angústia, dúvidas e insegurança. Continuar confiando no seu médico ainda é o melhor caminho e ele saberá como lhe ajudar.

Existem narizes fáceis e difíceis e, entre esses extremos, um grande número de casos de complexidade variável, para os quais é possível prever resultados mais discretos e até mesmo as melhoras desejadas e programadas. É fundamental compreender que alguns casos estarão sujeitos a retoques operatórios.

O código de normas e condutas do cirurgião plástico da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica proíbe a exibição de fotos de pré e pós-operatório, mesmo que haja autorização do paciente. Proíbe ainda o uso de fotos de partes do corpo. A divulgação de preços e condições de pagamento em meios de comunicação, como jornal e TV, é vedada. Após as explicações supracitadas, esclarecemos que em cirurgia plástica não há promessa de resultados, por uma questão de ética.

Sua cirurgia será realizada segundo técnicas cirúrgicas consagradas e publicadas cientificamente. Nossa equipe fará o possível para garantir a qualidade do serviço e seu bem estar, porém frisamos que não prometeremos resultados, uma vez que a própria medicina não é uma ciência exata e dependeremos da sua reação orgânica pós-cirúrgica para o alcance de nossos objetivos.
É comum que suas expectativas em relação à cirurgia plástica sejam maiores que os resultados obtidos, mas lembre-se que as alterações em seu corpo tornam limitadas as possibilidades da cirurgia e que ela é realizada por cirurgiões que também possuem limitações humanas.

 

Abaixo, algumas ilustrações para melhor entendimento:

DR. GUILHERME PADILHA DO CARMO
CIRURGIÃO PLÁSTICO | CRM 5273450-0

FACEBOOK

Curta nossa página

CONTATE-NOS

Teremos prazer em responder

Três Rios/RJ
Rua Gomes Porto, 225, 6 andar, sala 601, Centro
(24) 2255-4442


Rio de Janeiro/RJ
Praia do Flamengo, 66, bloco B
Sala: 1802 - Flamengo
(21) 2245-4320 / (21) 2225-1361


Petrópolis/RJ
Avenida Portugal, 313 - Valparaíso
(24) 2245-0614 / (24) 2237-0877